Marcolino BRSP

Amigo, Irmão, pai… EU!

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Artigo: SOCKS – Acessando Hosts remotos via OpenSSH

Achei interessante compartilhar as configurações que realizei recentemente para viabilizar, em minha casa, o acesso a Hosts remotos via SSH no meu prédio. Lá,  como em muitos prédios, o acesso à Internet está vinculado a um acesso de Banda Larga compartilha pelo prédio inteiro usando um Proxy. As tecnologias envolvidas foram o Tor, Squid, connect.c e o OpenSSH/PuTTY.

Artigo publicado em http://www.vivaolinux.com.br/artigo/SOCKS-Acessando-Hosts-remotos-via-OpenSSH

Viva o Linux - Porque nós amamos a liberdade.

Orar pelos filhos… ou não?

“Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo “hobby” era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

 

Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.Meu antigo vizinho havia realizado seu sonho!O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmenteQue efeito curioso, pensei eu…As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

 

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos.Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Freqüentemente, oro por eles.Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:”Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo”…Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as  dificuldades não ocorram  têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.

 

Portanto, pretendo mudar minhas orações.Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida não é um mar de rosas.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolvermos raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.”

A carreira em primeiro lugar

Ainda me lembro dos argumentos ridículos usados para me mandar embora. De casa e da C&A.
Foi uma avalanche,  tudo deu errado na sequência.  Parecia o CAOS se instaurando. E era.
Sem emprego, sem teto, sem família,  sem amigos, só me restou minha mãe e uma agenda de telefones.
Comecei a ligar e a enviar currículo desesperadamente.  Em 10 dias já tinha trabalho. E uma determinação: não voltaria para ela nunca mais.
A chance que ela me deu vale ouro. Sou livre.
Agora 03 anos se passaram, já estou quase respirando. Não penso em mais nada, só no meu sucesso. Porque eu mereço.
Estou numa rodoviária dando rumo as minhas ideias. Cabeça no lugar, foco na carreira,  rumo aos 2 dígitos!

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Conversa entre duas crianças

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

 

(Autor desconhecido)[bb]